Conversando água, nada com nada, filosofia barata, conversa de botequim.

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Sexta-feira, Novembro 28, 2008

Nem sempre a gente consegue ser o que gostaria. Com alguma sorte, não nos tornamos o que mais tememos. Mas, às vezes, não dá pra escapar de nossa própria vilanice. Queria esquecer das últimas duas semanas.

Postado por Sunflower às 1:10 AM

Domingo, Novembro 23, 2008

Eu poderia vir aqui pra me lamuriar, contar que meus textos digitados há tempos sumiram do computador.
Poderia também falar que sinto falta de um amor, de estar aconchegada nos braços de alguém neste sábado à noite. Só que não quero. Me recuso a celebrar a dor.
Prefiro falar que voltei a escrever; que a maior parte dos meus textos é recuperável; que adoro minha tarefa espiritual; que estou feliz com minha família e amigos; que meu trabalho me deixa contente.
Sigo em paz e com meus pés dispostos a criar novos caminhos.

Postado por Sunflower às 12:17 AM

Terça-feira, Novembro 11, 2008

“Retroceder, nunca! Render-se, jamais!”

Ninguém pode nos culpar: 48 horas, 10 lugares, nenhuma azaração. Cara! Que zero a zero terrível em terras pernambucanas!
Tá, algumas das nossas escolhas foram meio duvidosas: Tributo a Coldplay (morgação total!), praia no domingão, pagodão no meio da rua... Mas a gente tentou, pôxa!
Quando já estávamos no Extra, provando roupas às dez da noite do domingão, surgiu o mote: “mas eu tenteeeeiiii!”, tirando onda da nossa própria tragédia de fim de semana.
Enfim, voltamos pra casa, à meia-noite da segunda-feira, com a sensação do dever cumprido, mas uma certa melancolia no coração.

Postado por Sunflower às 10:07 PM

Sexta-feira, Novembro 07, 2008

Um Relance da Vida que não Tive (ou que escolhi não ter?)

Recebi um convite para assistir ao concerto da OSESP - Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo - ontem à noite. Fui, é claro. Mas já sabendo o quanto isso me faria pensar sobre a vida que não tive; as escolhas que fiz ou deixei de fazer.

Não sei se vocês sabem, mas estudei piano por uns dez anos ou mais. Basicamente piano clássico, mas com umas participações especiais de Zequinha de Abreu, Ernesto Nazareth e outros compositores amados e populares pelo meio do caminho. Eu era boa, caramba! Não sei se profissionalíssima de orquestra, mas, tranqüilamente, me transformaria numa boa pianista se tivesse ido adiante, sabem?

Por volta dos dezoito anos, endoidei o cabeção e larguei os estudos “pianísticos”. Coisas da juventude, diriam os defensores da maturidade. Acho que tenha menos a ver com idade e mais com maluquice, mesmo.

Ontem foi do cacete: reencontro com a música que tanto amo, coração batendo forte, olhos rasos d’água. O piano me faz falta e preciso reverter isso. Aguardem novidades.

Postado por Sunflower às 10:13 AM