Conversando água, nada com nada, filosofia barata, conversa de botequim.

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Sexta-feira, Fevereiro 13, 2009

Eu sempre me surpreendo com as pessoas; às vezes, negativamente; às vezes, positivamente. Dessa vez não foi muito bom: dei o melhor de mim e dancei. Falta de consideração, zero de palavras. Mas me saí direitinho. Vamo pra próxima!

Postado por Sunflower às 1:05 AM

Terça-feira, Janeiro 13, 2009

“Seu coração irradiará o brilho que lhe é característico quando a fé for recuperada. Fé e confiança são a mesma coisa e, por isso, a despeito de você ter amargado a traição, não por isso deve perder a fé nos relacionamentos”.

Uma coisa é o que a gente pensa; outra, o que a gente sente. Ando tão temerosa de me foder de novo... Ele tem se mostrado bacana, compreensivo, aberto a mudanças, mas, sinceramente, eu ando contando com um baque a qualquer momento. E eis que Quiroga, once again, vem me dizer pra ter fé no futuro. Será?

Postado por Sunflower às 1:40 AM

Segunda-feira, Janeiro 05, 2009

Nem sempre tudo é tão fácil quanto deveria ser
(ou refreie a ansiedade e seja paciente, minha filha!)


Mais do mesmo em pleno 2009. De novo, alguém me agrada, mas há problemas, vicissitudes, contratempos. Ora, caralho, será que eu vivo numa porra de romance shakesperiano? Não dá pra pegar leve, não, ô, aí de cima?

Ok, vamos à ioga, às respirações, ao divã e à concentração, senão o caldo vai desonerar de novo!

Postado por Sunflower às 11:50 PM

Sexta-feira, Dezembro 19, 2008

Você se sente feliz consigo mesmo por que mudou algo em você. Mas a verdade é que pode ser um saco mudar. Às vezes, você começa a agir como sempre quis, pondo pra fora algo que estava dentro de você, mas ninguém sabia; às vezes, você passa a pensar de um jeito diferente ao longo da vida...

A merda é que, inevitavelmente, vai haver sempre aquelas pessoas que não vão gostar disso e vão ficar buzinando no seu ouvido: “você não era assim!” ou “você mudou por que agora está trabalhando” ou “você mudou por que está andando com fulano, cicrano, blá, blá, blá”. Saco, viu?

Postado por Sunflower às 11:35 AM

Terça-feira, Dezembro 09, 2008

Nem sempre é fácil deixar o passado pra trás.
Velhos comportamentos que tenho que expurgar;
pessoas que me assombram em sonhos;
esta velha eu que insiste em ressurgir.

Postado por Sunflower às 10:55 AM

Quarta-feira, Dezembro 03, 2008

O Cordãozinho Azul

Era uma vez uma menina que pensou em usar um OB e depois não se lembrava mais se tinha usado ou não. Começou, a partir daí, a saga em busca do cordãozinho azul, que deixou a mocinha em pânico. Onde ela teria ouvido falar que alguém foi parar no hospital por que perdeu um OB dentro do corpitCHo? Felizmente, tudo acabou bem – o famigerado absorvente tinha ido parar, intacto, na sua pintosa e doirada nécessaire.

Postado por Sunflower às 12:56 AM

Sexta-feira, Novembro 28, 2008

Nem sempre a gente consegue ser o que gostaria. Com alguma sorte, não nos tornamos o que mais tememos. Mas, às vezes, não dá pra escapar de nossa própria vilanice. Queria esquecer das últimas duas semanas.

Postado por Sunflower às 1:10 AM

Domingo, Novembro 23, 2008

Eu poderia vir aqui pra me lamuriar, contar que meus textos digitados há tempos sumiram do computador.
Poderia também falar que sinto falta de um amor, de estar aconchegada nos braços de alguém neste sábado à noite. Só que não quero. Me recuso a celebrar a dor.
Prefiro falar que voltei a escrever; que a maior parte dos meus textos é recuperável; que adoro minha tarefa espiritual; que estou feliz com minha família e amigos; que meu trabalho me deixa contente.
Sigo em paz e com meus pés dispostos a criar novos caminhos.

Postado por Sunflower às 12:17 AM

Terça-feira, Novembro 11, 2008

“Retroceder, nunca! Render-se, jamais!”

Ninguém pode nos culpar: 48 horas, 10 lugares, nenhuma azaração. Cara! Que zero a zero terrível em terras pernambucanas!
Tá, algumas das nossas escolhas foram meio duvidosas: Tributo a Coldplay (morgação total!), praia no domingão, pagodão no meio da rua... Mas a gente tentou, pôxa!
Quando já estávamos no Extra, provando roupas às dez da noite do domingão, surgiu o mote: “mas eu tenteeeeiiii!”, tirando onda da nossa própria tragédia de fim de semana.
Enfim, voltamos pra casa, à meia-noite da segunda-feira, com a sensação do dever cumprido, mas uma certa melancolia no coração.

Postado por Sunflower às 10:07 PM

Sexta-feira, Novembro 07, 2008

Um Relance da Vida que não Tive (ou que escolhi não ter?)

Recebi um convite para assistir ao concerto da OSESP - Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo - ontem à noite. Fui, é claro. Mas já sabendo o quanto isso me faria pensar sobre a vida que não tive; as escolhas que fiz ou deixei de fazer.

Não sei se vocês sabem, mas estudei piano por uns dez anos ou mais. Basicamente piano clássico, mas com umas participações especiais de Zequinha de Abreu, Ernesto Nazareth e outros compositores amados e populares pelo meio do caminho. Eu era boa, caramba! Não sei se profissionalíssima de orquestra, mas, tranqüilamente, me transformaria numa boa pianista se tivesse ido adiante, sabem?

Por volta dos dezoito anos, endoidei o cabeção e larguei os estudos “pianísticos”. Coisas da juventude, diriam os defensores da maturidade. Acho que tenha menos a ver com idade e mais com maluquice, mesmo.

Ontem foi do cacete: reencontro com a música que tanto amo, coração batendo forte, olhos rasos d’água. O piano me faz falta e preciso reverter isso. Aguardem novidades.

Postado por Sunflower às 10:13 AM

Terça-feira, Outubro 28, 2008

Sim, você é bonito. A média das mulheres lhe consideraria, definitivamente, assim. Tem um nariz tortinho, meio desviado prum lado, mas nada que estrague o conjunto da obra.

Só que o buraco é mais embaixo – você não é só bonito: tem um quê de gente boa, de homem interessante, e não aparece cascateando um monte de mulheres na noite – é sempre meio na sua.

Há um tempo, fiquei mais curiosa a seu respeito: você apareceu namorando uma negra bonita, estilosa em plena noite recifense. E você sabe que as pessoas olham, não é? Um cara pintoso, uma negona chamam a atenção por esses lados. Você, nem aí. Gostei.

E ontem você reapareceu. Parecia meio deslocado, à procura ou à espera de alguém. Seria dela? Não sei. Demorou pouco. Mas vou dar pra prestar mais atenção na sua presença.

Postado por Sunflower às 12:58 AM

Domingo, Outubro 05, 2008

Preciso retomar urgentemente meus escritos, escrever novos poemas, terminar de atualizar o template, sair desse marasmo... Mas cadê força? Por enquanto, tudo na mesma, é verdade. Só que a ariana dentro de mim clama por mudanças que virão. Em breve, virão. Sei disso.

Postado por Sunflower às 2:26 AM

Domingo, Setembro 28, 2008

“Toda descoberta é tardia”, Samarone me sussurra em seu poema.
Verdade. Toda descoberta é, nefastamente, tardia e (por que não dizer?) inutilmente educativa. Mas estou sem saco pra discorrer sobre isso ou qualquer outro assunto.

Postado por Sunflower às 10:17 PM

Domingo, Setembro 14, 2008

A lenda da marmita

Detesto admitir, mas sou lentinha pra umas coisas, principalmente em se tratando de minha vida afetiva. Explico melhor: demoro a acreditar que os outros estão me enrolando, tirando partido de mim. Orgulho? Ingenuidade? Não faço idéia.

Diria um amigo querido, que sou sem malícia (o que sempre me remete a um filme antigo do Paul Newman – “Ausência de Malícia” – e sempre faz com que eu me sinta meio tabacuda). Segundo ele, o sentido do seu comentário é dos melhores possíveis – sou inerentemente, sem sombra de dúvida, “do Bem”.

Mas a verdade, a verdade mesmo é que me sinto uma idiota completa por ter demorado tanto a perceber que eu não passava de uma “marmita”, alguém que estava à mão quando ele queria e que engolia qualquer desculpa pra tê-lo por perto. Aliás, havia vezes em que eu nem precisava de desculpas – só o acolhia no meu corpo sedento e fingia que não havia me rasgado em duas durante aqueles meses de ausência.

Não será nunca mais assim, mas já foi.


Postado por Sunflower às 11:24 PM

Segunda-feira, Setembro 08, 2008

Sabe quando você corre atrás de uma coisa tanto, mas tanto e, quando ela chega, você esquece do porquê de todo aquele corre-corre, de toda aquela necessidade? Pois bem - tô nessa fase.

Primeiro degrau de uma conquista e não sinto nada. Parece que todo o sacrifício que passei pra chegar até aqui surge agora, maior do que nunca. Mascarei o coração pra prosseguir até onde estou, mas agora ele veio cobrar seu preço. Resultado: estou meio no piloto automático, sem conseguir digerir as novidades com o devido entusiasmo. Desconfortável dentro de mim mesma, eu diria.

Postado por Sunflower às 11:32 AM